domingo, 3 de outubro de 2010

sete de junho de dois mil e dez


primeiro momento, primeiro instante, primeiro dia.
estando eu sentada no banco, mal podia estar quieta, estava nervosa. não sabia sequer como me haveria de sentar, ora cruzava as pernas, ora descruzava, ora ajeitava o cabelo para a frente ou para trás, estava uma pilha de nervos.
tu apareces e tudo pára.
chegas, eu levanto-me e tu, com um sorriso na cara dizes-me olá, puxas-me pela cintura e abraças-me e eu sem saber o que fazer, abraço-te também (..) e ao pé do rio, no meio de brincadeiras e parvoíces, os cantos dos nosso lábios juntam-se . nesse momento o meu coração parou e recomeçou a bater, 100 vezes mais depressa. e assim se seguiu um beijo longo e intenso, o mais apaixonado, que transbordava paixão, já quase sem ar terminámos.. ficámos os dois a olhar para o rio, que estava à nossa frente sem saber o que dizer um ao outro (...) cada dia, hora, minuto, segundo que passava, eu descobria que me cativavas cada vez mais, todos os momentos, sitios, palavras, actos me deixavam cada vez mais apaixonada. estaria num conto de fadas? ainda hoje me custa a acreditar, ainda hoje me consegues surpreender, e ainda hoje e cada vez mais, continuas a cativar-me. sim eu já não sinto o que sentia.. porque cada vez sinto MAIS. eu amo-te cada vez mais a cada segundo que passa. nunca te irei deixar, és o meu tesouro mais precioso, o meu bem mais valioso, és um principe num conto de fadas, és a minha vida. se te perco não sei mais o que fazer.
prometi-te um para sempre. e nunca te irei deixar sózinho.

vinte e quatro de julho de dois mil e dez . GM

Sem comentários:

Enviar um comentário