segunda-feira, 20 de junho de 2011

turning tables.

"só damos o verdadeiro valor às coisas quando as perdemos."
maior verdade não podia ser dita. foram meses, foi um ano e tudo marcou. marcaste-me como uma ferida, a ferida desaparecesse, mas a cicatriz/marca permanece. de certo modo, tão pouco quero que desapareças. quero-te. quero-te de novo. quero toda a felicidade que tinha, quero toda a alegria, paixão que havia em mim. pois tinha-te a ti;
pobre rapariga com o coração despedaçado (?) não !
pobre rapaz, a quem foi roubado o mundo, a quem lhe foi tirado tudo, que foi deixado sem nada, de mãos na cabeça e joelhos no chão. abandonado em pleno deserto, como um barco à vela num enorme, monstruoso oceano. idiota da raparia que perdeu. que deixou assim o melhor que tinha, ficou assim então com o coração despedaçado, mas assim ficou também a saber que ela própria o despedaçou (...)
uma vez resgatado o barco à vela, mal podia esquecer a sua origem, mas tão pouco poderia esquecer ou recusar a ajuda de quem o resgatou. (...)

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